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Duas reuniões do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação definiram o rumo: a iluminação passa de “iluminar” para “compreender os ritmos”

Fonte: China Light Leituras: 1258

Em 7 e 8 de setembro, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação realizou duas reuniões consecutivas, transmitindo ao setor de iluminação sinais claros e contundentes de atualização.

Na coletiva de imprensa realizada pelo Gabinete de Informação do Conselho de Estado, o vice-ministro do MIIT, Xie Yuansheng, destacou que o consumo das famílias está passando de “comprar mais produtos” para uma experiência integrada de “comprar cenários, atmosferas e emoções”. Para o setor de iluminação, isso significa que a “iluminação funcional”, baseada anteriormente em níveis de iluminância e durabilidade, está deixando de ser predominante, enquanto a “iluminação cênica”, que valoriza ambientes luminosos saudáveis, atmosferas noturnas e imersão cultural, torna-se o novo ponto de referência de valor — a luz deixa de ser apenas um componente acessório dos espaços e passa a ser um dos elementos centrais para criar lares de qualidade e estimular o consumo turístico-cultural noturno.




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No dia seguinte, durante o Simpósio Nacional da Indústria de Bens de Consumo de 2026, foram apresentados direcionamentos técnicos mais específicos: lançar a iniciativa especial “Inteligência Artificial + Três Qualidades”, promover a interconexão entre marcas e categorias na casa inteligente e impulsionar a indústria de bens de consumo rumo à inteligência, sustentabilidade e integração. Entre as declarações mais relevantes para os lares, destaca-se: A iluminação inteligente está superando barreiras de marca única, integrando‑se ao ecossistema doméstico por meio de protocolos abertos e criando ambientes luminosos saudáveis, alinhados aos ritmos biológicos humanos.


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A direção já está clara, mas, para o lado do design, o verdadeiro desafio está apenas começando:

  • O que significa “alinhado aos ritmos biológicos humanos”?

  • Como calcular indicadores como m‑EDI e MDER?

  • Como transformar a norma CIE S 026/E:2018 — sistema de medição de radiação luminosa de cinco canais α‑opic — e a T/CBDA 91‑2026 — Norma de Projeto de Iluminação Saudável para Espaços Internos — em um plano de projeto concretamente aplicável?


As respostas a essas questões estão colocando designers de iluminação e designers de interiores no mesmo caminho. Na cadeia de implementação da iluminação saudável, os primeiros dominam cálculos e simulações de validação, enquanto os segundos definem fatores como coeficiente de reflexão, materiais de superfície e condições de iluminação natural, todos com impactos superlineares sobre os efeitos sobre os ritmos biológicos. O roteiro traçado pelas políticas só poderá ser efetivado quando essas duas categorias estabelecerem uma linguagem comum ao longo de toda a cadeia — do projeto, aos cálculos, até a execução.


De 20 a 21 de outubro, antes da abertura da 35ª Feira de Lâmpadas de Guzhen, será realizado em Zhongshan um workshop especializado de dois dias sobre o design de iluminação saudável. O evento é organizado pela Aliança Asiática de Luz Saudável (GLGA) e pela Good Light Consulting (Guangzhou) Co., Ltd., com apoio da Ming Classroom e da Wuxi Lide Shidai Technology Co., Ltd.. Com base nas duas normas principais — T/CBDA 91‑2026 e CIE S 026/E:2018 — o programa abrange sete módulos: conceito, indicadores, projeto, cálculos, softwares, casos práticos e normas. No primeiro dia, do conceito ao projeto; no segundo, dos cálculos à conformidade. Ao final, após avaliação de conclusão, serão emitidos certificados.


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Clique aqui para mais detalhes sobre o curso


Alguns aspectos do programa merecem atenção:

  1. Os participantes — designers de iluminação e designers de interiores — serão divididos em grupos mistos, simulando a divisão de tarefas típica de projetos reais;

  2. Na parte prática, utilizarão a ferramenta de cálculo de iluminação saudável da GLGA para realizar misturas espectrais, simulações de cenários m‑EDI e gerar planos temporais de ritmo circadiano ao longo do dia;

  3. Haverá ainda atividades práticas com espectrômetros, além da análise de casos selecionados, como cabines de avião e espaços médicos.


O instrutor, Cheng Yu, é secretário‑geral da Aliança Asiática de Luz Saudável e consultor global em conceitos de luz WELL AP e WELL, com 29 anos de experiência no setor de iluminação. Suas soluções de iluminação já foram aplicadas em dois grandes marcos nacionais — o Centro Financeiro Ping An de Shenzhen e o China Zun — e ele também participou da elaboração de diversas normas setoriais, incluindo a “Norma de Projeto para Aplicações de Iluminação Interna” e a “Norma de Projeto de Iluminação Saudável para Espaços Internos”.


Os participantes que concluírem o curso e forem aprovados na avaliação final receberão o Certificado de Formação em Design de Iluminação Saudável da GLGA, que será creditado no sistema de desenvolvimento profissional contínuo (CPD) da GLGA e poderá ser utilizado como comprovação de horas de treinamento para a candidatura ao Nível 1 — certificação básica — da GLGA em design de iluminação saudável.


Informações-chave do workshop

• Data: 20–21 de outubro de 2026

• Local: Andar 3, Bloco C, Parque Industrial nº 10, Rua Huoju, Zona de Desenvolvimento de Huoju, Cidade de Zhongshan

• Público-alvo: designers de iluminação, designers de interiores, arquitetos, designers de decoração e profissionais envolvidos em projetos de casas inteligentes, imobiliários e de saúde e bem‑estar

• Vagas: turmas reduzidas, cerca de 20 pessoas; as vagas serão confirmadas pela ordem de pagamento; inscrições encerram‑se em 12 de outubro

• Valor: 3.000 yuans por pessoa, incluindo todas as aulas e orientações práticas, apostilas e pacotes de materiais normativos, uso das ferramentas de cálculo, avaliação final e certificado, além de almoço e intervalos de chá nos dois dias

• Contatos: Professor Qian, 18961886780 (mesmo número no WeChat); e‑mail qianjing@cali-light.com

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