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A próxima etapa da competição no segmento de LED para ambientes externos busca o equilíbrio entre alta eficiência luminosa e baixa emissão de luz azul.

Fonte: China Light Leituras: 2223



À medida que as noites das cidades são iluminadas por um número cada vez maior de fontes de luz LED, um problema antes negligenciado vem à tona: a iluminação exterior de alta temperatura de cor e alto teor de luz azul está, silenciosamente, alterando o ritmo do sono humano e comprometendo o ambiente de vida dos organismos noturnos.

Desde a eliminação total da luz branca fria de 4000K nas prefeituras britânicas até a revisão, pelo Brasil, da norma NBR 5101 para a iluminação pública, que passou a incluir obrigatoriamente a avaliação da poluição luminosa ecológica; desde o endurecimento, na União Europeia e nos Estados Unidos, do uso de fontes de luz de alta temperatura de cor em áreas ecologicamente sensíveis até a publicação, pela Comissão Internacional de Iluminação (CIE), em 2025, de uma declaração de posição específica que explicita os riscos à saúde e ao meio ambiente associados à iluminação noturna com alto teor de luz azul — o conceito de “baixa luz azul” vem evoluindo rapidamente, de uma ideia voltada ao cuidado ocular em ambientes internos para se tornar uma referência global de conformidade no setor de iluminação externa.

No entanto, o setor enfrenta há muito tempo um dilema real: baixa temperatura de cor e baixo teor de luz azul frequentemente implicam sacrifício na eficiência luminosa. Como preservar a ecologia noturna sem abrir mão do principal indicador de eficiência da iluminação? A Manlux Technologies Inc., sediada no Vale do Silício, nos Estados Unidos (doravante “Manlux”), apresentou sua própria resposta, propondo um avanço duplo — “alta eficiência + baixa luz azul” —, buscando redefinir o teto tecnológico da iluminação externa.

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Eco‑amigável:

Baixa luz azul ≠ baixa temperatura de cor ≠ sacrifício de eficiência

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Existe um equívoco bastante difundido no mercado: muitos produtos de “luz branca quente” reduzem apenas a temperatura de cor para 2700K, mas o pico nocivo de luz azul permanece, sendo apenas mascarado por uma tonalidade mais quente, que oferece conforto psicológico ao usuário. O vice‑presidente executivo da Manlux, Qiu Bangyang, destacou durante uma palestra no salão “China Light Network – Aula de Iluminação”: a verdadeira baixa luz azul deve ser avaliada com base no índice-chave “razão de luz azul”.

A linha Eco‑Amber da Manlux, apoiada por tecnologia patenteada nos EUA, consegue combinar baixa luz azul com alta eficiência luminosa na plataforma de encapsulamento 5050PLUS — rompendo a visão tradicional de que “baixa luz azul implica necessariamente sacrifício de eficiência” e representando um avanço significativo no setor.

Por exemplo, em uma temperatura de cor superquente de 1800K, a razão de luz azul pode chegar a menos de 1%, enquanto a eficiência ainda atinge 165–175 lm/W, configurando-se como uma verdadeira “fonte de luz eco‑amigável”. Esse desempenho resulta de uma otimização multidimensional envolvendo chips, suportes patenteados, formulações de fósforo e processos de encapsulamento em múltiplas etapas. Mais importante ainda, as pastilhas 5050PLUS da Eco‑Amber são compatíveis com soluções convencionais do setor; com um driver de 2W, a eficiência luminosa alcança níveis equivalentes aos de 1W de outros fabricantes, reduzindo em 30% a quantidade de LEDs utilizados e gerando uma economia direta de cerca de 25%.

A relevância dessa combinação “alta eficiência + baixa luz azul” reside no fato de que ela demonstra que a iluminação externa de baixa luz azul já dispõe de uma rota tecnológica capaz de suportar a industrialização em larga escala, pois a série Eco‑Amber cobre toda a faixa de temperatura de cor de 1800K a 2700K e intervalos de índice de reprodução de cores (Ra) entre 70 e 90 — o que, para as fábricas de luminárias, significa que uma mesma família de chips pode ser adaptada a diferentes projetos, como vias municipais, reservas de tartarugas marinhas, passeios turísticos noturnos ou caminhos escolares, eliminando a necessidade de desenvolver moldes específicos para cada aplicação.

O valor da Eco‑Amber já foi comprovado em diversos cenários: em reservas naturais, a versão de 2200K, combinada com distribuição precisa da luz, controla rigorosamente a dispersão e a emissão ascendente, protegendo o habitat noturno dos organismos; já em ruas pedonais turísticas, a luz quente de 2700K cria uma atmosfera acolhedora, ao mesmo tempo em que garante uma eficiência luminosa geral de ≥215 lm/W, reduzindo o consumo de energia e os custos de manutenção sem comprometer a qualidade da paisagem noturna, oferecendo assim uma solução integrada para a gestão urbana.

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Teto da eficiência luminosa:

Uma conquista técnica de 270 lm/W

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Se a baixa luz azul é a arma de diferenciação, a alta eficiência é o alicerce da Manlux. A empresa posiciona-se como “Líder em Alta Eficiência”, com todos os seus produtos apresentando eficiência luminosa líder no setor.

Em 2026, a Manlux lançou sucessivamente dois novos produtos de grande impacto:


O XPH3030‑245B, com encapsulamento padrão 3030, substitui a solução 5050, alcançando mais de 246 lm/W com um driver de 1W, adequado para lâmpadas de rua, luminárias de túnel e refletores;


O 5050PLUS‑260G, testado com 1W, atingiu 276 lm/W, e com 2W ainda registra 266 lm/W, superando em 10% o desempenho dos produtos concorrentes.


Anteriormente, na Feira de Iluminação de Frankfurt, suas lâmpadas de maior eficiência, com 274 lm/W, também despertaram amplo debate no setor.

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Na edição de 2026 da Feira de Iluminação da China, o Dr. Wen Jianhua, em diálogo com Hong Bing, editor‑chefe da China Light Media, observou: “Quanto maior a eficiência luminosa, maior a dificuldade de elevá‑la. Cada etapa — chip, encapsulamento, dissipação térmica, tamanho do LED — representa um gargalo.” A solução proposta pela Manlux consiste em uma tecnologia de extração de luz já submetida a patentes nos EUA e na China — que “retira” a luz originalmente perdida na disposição de múltiplos chips e, ao mesmo tempo, por meio de uma coordenação sistêmica entre chip, encapsulamento e dissipação térmica, torna possível alcançar eficiências ainda maiores.

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Do LED à solução completa:

A trajetória global de uma empresa do Vale do Silício

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Sediada nos Estados Unidos e profundamente inserida no ecossistema de semicondutores do Vale do Silício, a Manlux reúne uma equipe de executivos experientes, com passagens por gigantes do setor de iluminação, consolidando uma sólida base industrial que também estabeleceu o pano de fundo para o desenvolvimento global da empresa. A companhia mantém escritórios nos EUA, Brasil, Polônia, Índia, Turquia, Reino Unido, Itália e China. O Dr. Wen Jianhua comentou: “Nos países‑chave, contamos com equipes técnicas e instituições governamentais para discutir especificações, além de obter informações diretamente dos clientes.” Essa estrutura permite que os produtos se adaptem rapidamente a diferentes mercados: por exemplo, o Reino Unido prefere temperaturas de cor entre 1700K e 2200K, as áreas ecológicas brasileiras exigem razão de luz azul inferior a 1%, enquanto a Europa turística valoriza o equilíbrio entre atmosfera e saúde.

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Mais importante ainda, a Manlux está em processo de transformação, saindo de mera fornecedora de LEDs para se tornar provedora de soluções completas de iluminação. O Dr. Wen Jianhua afirmou claramente: “Oferecemos não apenas LEDs, mas também soluções integradas, combinando PCBA e design óptico, adequadas a diferentes contextos.” Essa orientação de transformação está alinhada com a tendência do setor: a Associação Chinesa de Eletrodomésticos de Iluminação defende que as empresas devem “migrar da venda de produtos para a oferta de soluções completas e serviços de manutenção de longo prazo”; na Feira de Iluminação da China deste ano, muitas empresas optaram por apresentar seus produtos de forma contextualizada, adotando uma abordagem centrada em cenários e soluções integrais.

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O mercado global de iluminação já deixou de focar apenas em um único indicador para adotar uma avaliação abrangente, centrada nas pessoas. O Dr. Wen Jianhua prevê o futuro: “A alta eficiência é a base, a iluminação saudável é o diferencial, a iluminação inteligente é o motor de crescimento; a convergência desses três elementos é o rumo a seguir.” A visão da Manlux — “Oferecer Lux para o Homem, Luz para a Humanidade” (controlar com precisão a tecnologia de iluminação e iluminar a humanidade) — reflete exatamente essa direção, incorporando uma reflexão profunda sobre a essência da luz: a luz não deve apenas iluminar, mas também ser amiga das pessoas e do meio ambiente, proporcionando à humanidade uma luz melhor. À medida que o setor migra da busca por alta eficiência para uma iluminação saudável e ecológica, a Manlux escolheu um caminho mais desafiador, porém mais valioso.



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