Diversos trabalhos de revisão e atualização de normas nacionais de iluminação estão sendo intensamente avançados.
Atualmente, o setor de iluminação está evoluindo da iluminação funcional tradicional para a iluminação ecológica inteligente, com aplicações que se estendem a áreas como educação, saúde e inteligência artificial; no entanto, a concorrência por homogeneidade e os problemas de baixo custo e baixa qualidade ainda são marcantes. Colocar o trabalho de normalização em primeiro plano e usar padrões elevados para impulsionar a alta qualidade vem se tornando uma ação consensual no setor de iluminação para superar a “involução” interna.

O trabalho de normalização no setor de iluminação está acelerando sua transformação rumo a diretrizes mais segmentadas, especializadas e transversais. O campo da iluminação saudável foi o primeiro a alcançar avanços significativos. Em reuniões das subcomissões técnicas relevantes do Comitê Técnico Nacional de Normalização de Aparelhos de Iluminação, três normas nacionais — “Norma de Avaliação do Espectro de Luz Solar para Aparelhos de Iluminação”, “Requisitos de Projeto de Iluminação para Salas de Aula Normais em Escolas Primárias e Secundárias” e “Guia de Iluminação para Edifícios Hospitalares” — foram aprovadas após rigorosa análise e serão submetidas à aprovação oficial em breve. Wang Zhuo, presidente da Subcomissão Técnica de Normalização Básica de Iluminação, destacou que, com o avanço tecnológico e as mudanças do mercado, a demanda por normas torna-se cada vez mais diversificada, segmentada e transversal. Ao mesmo tempo, os órgãos competentes reforçam a gestão do trabalho de normalização, estabelecendo prazos rígidos para elaboração e revisão, exigindo ajustes rápidos nas atividades das comissões para atender às necessidades do desenvolvimento setorial. Essas três normas fornecerão parâmetros mais científicos para avaliar a iluminação em contextos-chave como educação e saúde. O grupo responsável pela redação finalizará, com base nas sugestões de otimização dos especialistas, o texto a ser submetido à aprovação, contribuindo para o avanço da normatização em iluminação saudável.

Acompanhando as tendências de mercado e a onda da inteligência, especialistas do setor discutiram duas novas propostas de normas nacionais — “Especificação de Desempenho para Luminárias LED Genéricas Fixas” e “Especificação de Desempenho para Fitas de LED” — além de iniciar a deliberação sobre a criação de uma norma relativa aos “Requisitos Técnicos Gerais para Função de Controle de Voz Offline em Língua Chinesa em Aparelhos de Iluminação Interna”. Além disso, durante o “Seminário sobre Novas Tendências de Desenvolvimento de Alta Qualidade para Luminárias de Mesa para Leitura e Estudo” e na reunião temática de elaboração do “Livro Branco sobre o Desenvolvimento da Indústria Chinesa de Iluminação Saudável”, os especialistas enfatizaram que a “saúde” é resultado de um sistema integrado, e não apenas uma característica isolada de um produto. O livro branco adotará como referência a saúde visual, não visual e emocional, promovendo revisões dinâmicas e apresentando casos de alta qualidade, orientando o setor a migrar de padrões focados em equipamentos para resultados sistêmicos de saúde, evitando a imposição de embalagens enganosas sobre a iluminação convencional.

Wang Xuhua, vice-presidente da Associação Chinesa de Aparelhos de Iluminação, afirmou que a associação continuará a coletar ativamente as demandas das empresas e a promover iniciativas práticas, como a avaliação da maturidade dos sistemas de qualidade, ajudando as empresas a consolidar suas bases de qualidade.
Fonte: Diário do Consumidor